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domingo, 12 de fevereiro de 2012

E em coisinhas pequenas tão singulares que me vejo tão plural, o que antes não compreendia agora é caso de estudo. Perturba!
E me fiz entender, por onde menos se podia imaginar entendimento... Me explico.
Contempla-me, a solidão do reflexo no espelho, vejo com olhos que não me pertencem que minha alma está distante, deslocada, desprendida de seu porto seguro.
Medito um segundo em busca das respostas e meu corpo dá sinais, arrepios que lentamente fazem sentido, em perpetua sintonia ao coração.
Encontro segurança, em letras contorcidas, em imagens perdidas em sons familiares.
A voz que ainda ontem não ouvia se faz arder em saudades, e um dia, áh um dia se aquietará ao meu coração.  
E tudo é tão único sem explicação, foge ao discurso padrão, vislumbra um âmbito ao qual não atingimos ainda em nossa mera existência;
Prediz ao amanhã, certo de que um ontem tardio se fez apenas para dar os caminhos, ditar as pedras que passei, pois no fundo menos importa o hoje, se é de esperar que se faz o presente.

E mesmo quando é preciso a “guerra” para se entender, as coisas ficam mais fáceis no fim...
Pois todo o contexto te trará para mim.
By:(P.)

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